segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Menino Joaquim

"A vida é festa": foi o que escrevi ontem. Entretanto, para muitas pessoas, a vida é triste e doída, é luta, sofrimento, martírio e medo. A vida que sucumbe à maldade, às sombras, à escuridão. E quando a gente vê uma criança e se enche de esperança, e acredita que o bem vence o mal, somos surpreendidos, mais uma vez, pelo noticiário. Jamais pensei que depois do garoto Brayan, eu voltaria a escrever, em tão pouco espaço de tempo, a respeito de uma vida acabada tão precocemente. Pois é, no meio disso tudo, enquanto a roda da vida gira e nos iludimos com euforias passageiras,  eis que nos deparamos com mais uma história triste. A vida do menino Joaquim acabada tragicamente, com apenas três anos de idade. Um inocente entregue aos desvarios de um casal desequilibrado... E de uma mãe que não protegeu seu filho. Ninguém no mundo deveria ser mais importante do que um filho. Eu não trocaria (e não troco) um filho por nenhuma outra pessoa deste mundo! Descanse em paz, Joaquim. E que Deus dê muita força para o seu pai lutar por justiça. A justiça que você merece. 

Joaquim e seu pai Arthur
De acordo com as investigações, Joaquim deve ter morrido no dia 5 de novembro. As causas da morte ainda estão sendo averiguadas, mas já é sabido que ele já não tinha vida quando foi jogado no rio da cidade de Ribeirão Preto, interior de SP. Seu corpo foi encontrado no domingo à tarde, dia 10, a 150 km do lugar onde desapareceu. A mãe e o padrasto são os principais suspeitos deste crime bárbaro.