quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Ave Maria Natureza




Ave Maria
Mãe das estrelas
Mãe do céu
Alma doce da natureza
Oh seiva viva que nutre esse chão
Dá a tua luz
A tudo que vive e respira
Leva a dor do coração
Ohh doce mãe estende teu manto
Essa terra que tanto precisa de ti
Transforma os corações dos homens
Para que o paraíso aconteça aqui
Santa Maria

Paula Fernandes

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Santa Maria

"Nossa linda juventude página de um livro bom..."


Centenas de jovens não terão a oportunidade de terminarem suas histórias. Um livro de inúmeras páginas em branco. O que seriam? Agrônomos, veterinários, advogados, juízes, promotores, jornalistas, publicitários... Pais sem seus filhos, crianças que irão crescer sem seus pais. Amigos, professores, um país inteiro entristecido e impotente diante de tamanha tragédia. "Vida louca, vida breve."


sábado, 26 de janeiro de 2013

Maria das Graças

Mamãe aos 18 - no auge dos Anos 60
Minha mãe Maria. A única pessoa que a chama desse jeito é o Humberto e somente ele - "Dona Maria". Eu me refiro a ela por mamis, seus irmãos, irmãs e sobrinhos: Graça (tia Graça); para a família do meu pai e amigos, simplesmente Gracinha. Foi assim que cresci ouvindo seu nome - "Ah, você é filha da Gracinha?!". Por que não Maria? Por que minha mãe tem outra irmã chamada Maria. Somente Maria. Maria Bianchi. Qual a razão da minha avó repetir os nomes das filhas? Porque mamãe nasceu quando vovó já tinha passado dos 40 e, segundo relato de parentes, por devoção à Nossa Senhora, recebeu o nome de Maria das Graças. Naquele época, ter filho acima dos 40 era considerado gravidez de risco e vovó queria que sua menina nascesse perfeita. E ela nasceu linda, perfeita e plena de graça, no dia 26 de janeiro de 1948, em Laranjal, zona da mata mineira. Pai italiano e mãe portuguesa, filha caçula de uma família de oito: Conceição, Maria, Tereza, Pedro, Honorata ( significa Honrada, em italiano), Paulo e João. Mamãe está completando hoje 65 anos e a mais velha já conta 85. Infelizmente, tia Tereza já não está mais entre nós. Uma coisa interessante e até engraçada é quando eles se reúnem - cara de um, focinho do outro. Mesmo tom de pele, formato de nariz, rostos delicados, cabelos volumosos. A metade nasceu de olhos azuis, a outra metade nem de olhos verdes saiu. Meu avô Bianchi tinha olhos de um azul anil. O meu avô Antônio também tem lindos olhos azuis. Mamãe não tem olhos claros (e nem eu), mas minhas irmãs têm. Puxaram à família dela. Meu sangue tem predominância teotônica, embora, às vezes, algumas pessoas dizem que eu me pareço muito com ela. Não sei, até hoje não sei com quem me pareço. A mesma coisa acho dos meus filhos. Não sei com quem eles se parecem. Cada um fala uma coisa... A genética é um fator muito interessante na vida da gente. Vamos nos formando, nos formatando segundo o nosso DNA. Mamãe que puxou aos seus, eu que saí a ela e meu pai, meus filhos a mim e ao meu marido... E assim damos sequência de nós mesmos. Sinto um imenso orgulho de ter a mãe que eu tenho. Peça rara, ora dura como diamante, ora delicada e frágil como um cristal. Ela faz a diferença na vida das pessoas, deixa a sua marca e sua "estranha mania de ter fé na vida." 


"Maria Maria é um dom, uma certa magia, uma força que nos alerta. Uma mulher que merece viver e amar como outra qualquer do planeta."




quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Aonde está você...

Agora além de aqui dentro de mim? Saudade...


A saudade que eu sinto
Não é saudade da dor de chorar
Não é saudade da cor do passado
Que deixe grudado meu pé no chão
Não é a tristeza que queima o peito
Não é lamentar o que nunca foi feito
Não é a doença que acaba com a gente
Deixando esmagada a vida no chão

É a estranha saudade do que ainda não vivi
É a raça e o sangue de um simples moleque
Que leva na ponta da língua a todos os cantos
O sal e o doce da palma da mão

É a garra e a alegria de um simples menino
que acredita nas pessoas e no futuro
que seja fruto da força imensa de nossos corações

Simples Saudade
Gonzaguinha


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Luciana


Parabéns, Lu! Sei que 2013 será o ano da realização do seu sonho. Estou feliz por você e, de onde eu estiver, saiba que sempre lhe desejarei paz, saúde e sucesso! Felicidades, prima!


domingo, 20 de janeiro de 2013

Férias


video
19 a 26 de dezembro

Quando o trecho de uma canção se faz exata: "Moro num país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza." Um pouco de descanso depois de um ano tumultuado e triste... A vida segue!




sábado, 19 de janeiro de 2013

Elis

"Minha dor é perceber que apesar de termos feito tudo o que fizemos, ainda somos os mesmos e vivemos; ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais."


Diva, musa, estrela e maior intérprete da música popular brasileira. Hoje faz 31 anos que Elis Regina partiu. E como ainda é moderna e contemporânea essa mulher que morreu jovem, aos 36 anos, deixando três filhos pequenos, dos quais vemos atualmente em Maria Rita uma expressividade e talento genuinamente herdados. Sucesso na trilha sonora da novela Salve Jorge com a sensualíssima Me deixas louca, Elis nos faz recordar dos anos de ouro nos quais consagrou grandes compositores. Só para citar alguns nomes, entraram para o hall de sua discografia cantores como Edu Lobo, Geraldo Vandré, João Bosco, Belchior, Ivan Lins, Milton Nascimento, Djavan, Renato Teixeira, Chico Buarque e tantos outros expoentes estelares da MPB. Se estivesse viva, Elis Regina, a Pimentinha (apelido alcunhado por Vinícius de Moraes) teria 67 anos. Fica a saudade e o pesar de a termos perdido tão cedo. 

"Eu quero uma casa no campo onde eu possa plantar meus amigos, meus discos, meus livros e nada mais."

"Sou caipira, Pirapora Nossa Senhora de Aparecida... Ilumina a mina escura e funda o trem da minha vida."

"Dei pra maldizer o nossa lar, pra sujar teu nome te humilhar e me vingar a qualquer preço, te adorando pelo avesso pra mostrar que ainda sou tua."

"É pau, é pedra é o fim do caminho."

Elis Regina Carvalho Costa
* 17.03.1945
* 19.01.1982


quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Salmo 119



Na hora da tribulação, clamei ao Senhor e ele me atendeu.
Senhor, livrai minha alma dos lábios mentirosos e da língua pérfida.
Que ganharás, qual será teu proveito, ó língua pérfida?
Flechas agudas de guerreiro, carvões ardentes de giesta [...]
Por muito tempo minha alma tem vivido
com aqueles que detestam a paz.
Só quero paz; mas quando dela lhes falo,
eles se dispõem para a guerra.


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Dexter


Dexter Morgan. Esse é o nome do melhor serial killer de todos os tempos da história das séries de tv americanas. Há exatos 30 dias chegava ao fim o último episódio da sétima temporada de Dexter (2006). Bom, para quem nunca assistiu à série, vai uma dica: Dexter é imperdível para os admiradores do gênero thriller de dramaturgia. Para quem já é fã, Dexter Morgan dispensa maiores apresentações. Filho adotivo de um policial, o garoto apresentava, desde muito cedo, um comportamento atípico. A mãe biológica de Dex era viciada em drogas e fora assassinada pela máfia do narcotráfico de Miami. A atrocidade aconteceu na presença de Dex, então com três anos de idade, e de seu irmão Brian. Deixados por dias em um contêiner,  sentados na poça de sangue da jovem mãe, com fome e com medo, os garotos foram, enfim,  resgatados. Dex ficou com a família de um policial e Brian foi para uma instituição de menores. Na fase adulta eles se reencontram na primeira e mais incrível de todas as temporadas. 

A construção desse personagem foi magistralmente arquitetada por Michael C. Hall, o ator que dá vida ao analista de sangue do departamento de homicídios da polícia de Miami. Morgan trabalha no mesmo departamento da sua irmã Debra, intepretada por Jennifer Carpenter. Eles chegaram a se casar em 2008, mesmo ano em que Michael descobriu um câncer linfático. Dois anos depois, o casal anunciou o fim da relação que teve início nos sets de filmagem. Continuaram a contracenar com naturalidade e não deixaram que o infortúnio de suas vidas pessoais interferissem em suas representações. Totalmente curado da doença, Michael Hall seguiu brilhando nas temporadas seguintes ao seu tratamento. Mesmo durante o período mais difícil, ele não abandonou as filmagens. Um tanto quanto abatido na quinta temporada, retornou mais vigoroso para a sexta e esteve maravilhoso na temporada de 2012.

Neste ano, a série Dexter chegará ao fim. Como será que os roteiristas farão o desfecho desse vilão adorável? Como pode um personagem com transtorno de caráter cativar um público tão grande? A página oficial do facebook está perto de atingir a marca de 13 milhões de fãs, índice superior a Lost que, para mim, é a melhor de todas as séries que já vi até hoje. Será que Dexter será redimido? Ou para ele está programado o final de todos os grandes vilões - a morte? Ainda não sabemos, mas de uma coisa tenho certeza: jamais me esquecerei de Dexter e sua adorável Rita; Debra, Masuka, Angel, La Guerta e Harry, o pai "grilo falante" onipresente e fundamental para os questionamentos sobre conduta e ética moral. 

Previously on Dexter...

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Neo e Mais Uma História




Na maioria dos dias de nossas vidas, podemos escolher o que vamos fazer. Porém, há outros em que você é compelida a aceitar uma escolha - a de não ter escolha. E foi o que aconteceu na manhã deste dia 15 de janeiro (esse janeiro promete!)... Ao levar o Neo para passear, fomos até o pet shop para comprar ração. Logo na entrada da loja, vi em uma caixa de papelão, totalmente abandonada e tremendo de frio, uma cachorrinha com luminosos olhos verdes. Sim, verdes. Pasmem! Minha reação inicial foi a de indignação e tristeza. Fiquei arrasada e notei que, pelo andar da carruagem, ela não teria muito tempo de vida, mesmo estando à frente de uma clínica veterinária, ignorada pelos funcionários que dizem já estar cansados de verem essa cena, como se o pet shop fosse um depósito de cães rejeitados. Comprei a ração e continuamos, eu e Neo, a passear pelas ruas do bairro numa manhã friazinha. Cheguei em casa e contei para a minha ajudante, Maria Lúcia, o que eu havia visto. Ela deu um sobressalto e soltou - "ah, não acredito. Vou lá." Não é a primeira vez que Maria Lúcia, ou Lúcia para nós, fez um gesto tão nobre: recolher um cão abandonado na rua. Quando ela chegou para trabalhar com a minha família, o Thales tinha apenas 27 dias E já naquela época ela havia recolhido sua primeira cachorrinha, a Téia. Lúcia me ajudou a criar meus filhos e está conosco há quase 16 anos. Ela é uma dessas pessoas que a vida te dá a oportunidade de ter como presente. Simples e de temperamento forte, a moça que chegou tão jovem a BH para tentar uma vida melhor, conseguiu se estabilizar, casou, tem uma filha de 10, menina que passou os dois primeiros anos em minha casa, até o dia em que ficou muito grande para ser carregada diariamente de Betim para Belo Horizonte. Maria Lúcia, Maria Luz... Eu não podia escolher ficar com a cadelinha, que recebeu o nome de Brisa. Meu espaço físico é bastante delimitado e mais um cachorro em meu apartamento poderia levar os condôminos a uma advertência desnecessária. O Neo vale por quatro, com certeza. Eu escolhi não escolher ficar com Brisa. Mas Lúcia estava aqui, no dia certo e na hora exata. Uma terça-feira, justo no dia em que ela vem aqui pra casa. Parece que estava determinado - Brisa esperava por Lúcia. Lúcia encontrou Brisa. E essa história vai ficar para sempre em nossa memória. Há dias em que a vida é boa!

domingo, 13 de janeiro de 2013

O Canto da Sereia


Ísis Valverde é um espetáculo de beleza e de talento!  A mineirinha saída do interior ganhou fama, respeito e reconhecimento do público que a acompanha nas teledramaturgias nacionais. Em seu mais novo trabalho, Ísis nos encantou com sua Sereia, a rainha do axé. Versatilidade saltando a olhos vistos! Lembro-me da angelical Ana do Véu, em Sinhá Moça; a hilária Raqueli de Beleza Pura; sem contar a Camila de Caminho das Índias e a piriguete Suelen em Avenida Brasil.

O Canto da Sereia foi mais uma daquelas minisséries globais que ficarão no ranking das histórias de sucesso. Sempre nos meses finais e iniciais de cada ano, somos surpreendidos por belas produções de poucos capítulos realizadas pela TV Globo. O livro homônimo de Nelson Motta, desta vez deu o tom do enredo a ser contado e apresentou, em clima de suspense noir, a trajetória do apogeu e queda de uma artista baiana.

Com interpretações brilhantes, um elenco afinado e uma prosódia soteropolitana verossímil, fomos capturados pelas redes das tramas e subtramas desta história não muito original e de fácil solução, porém, encantadora ao se tratar da beleza de sua personagem principal. Carisma e talento são dons natos e isso sobrou em Ísis Valverde. Sereia Maria de Oliveira foi assim registrada quando sua mãe sonhou que teria uma linda filha e essa filha seria protegida por Iemanjá, um dos orixás do candomblé. Todavia, o sonho de sua mãe também revelava que a menina teria sucesso e vida breve. E assim nasceu uma artista como a Bahia jamais havia visto. 

O universo underground de Salvador não foi poupado e cenas do submundo da fama e o preço que se paga por ela, denunciou a trinomia - sexo, mentiras e traição. Infelizmente, durante e exibição da trama, nos deparamos mais uma vez com campanhas nas redes sociais pedindo o boicote à série, como foi feito em Salve Jorge, novela de Glória Perez, promovida por ideologias religiosas radicais e intolerantes. O sincretismo religioso baiano vem da época da colonização do Brasil. Mas parece que a História deve, para alguns setores cristãos, ser abolida e ao invés de aprendermos a respeitar a diversidade, deveremos nos tornar intolerantes àquilo que não faz parte das nossas convicções.

O que muito me espanta é pensar que grupos radicais ortodoxos como os Talebãs e o Hamas só existiam no Oriente Médio, onde violentar mulheres é considerado um ato comum, onde o analfabetismo feminino não pode ser uma bandeira empunhada para a luta e se mata e se morre por questões religiosas. Enfim, é a globalização do fanatismo religioso chegando às terras tupiniquins. 

Enquanto isso, Ísis Valverde vai colhendo os louros de sua fama merecida e, reza a lenda, que quando alguém consegue vencer na vida às custas de seu próprio talento, Deus abençoa. Assim como Iemanjá abençoou Sereia em seu curto e vitorioso tempo de vida. 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

A Casa é Sua



Visitas? Não. Presenças vips em minha casa. Vieram passear, descontrair, espairecer. Meu avô é uma figuraça. Quando chega já chega reclamando do elevador. Não gosta, tem medo. Senta e observa um quadro. Aí pergunta o que está desenhado nele. Eu digo que são somente rabiscos, no que ele responde - "muito feio". Ha ha ha... Crianças e velhos não mentem! Na hora da foto pediu que nos déssemos as mãos. Um gesto muito fofo! Ao ir embora disse que quer voltar. Voltará, muitas e muitas vezes ainda. 

Em 10 de janeiro de 2013

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Um Mês

Dizem que os primeiros dias são os mais difíceis. Hoje faz um mês que ela não está mais entre nós.  Ontem estive em sua casinha, sua casinha pequenina onde "até as panelas ficaram tristes", conforme disse meu avô. As panelas, as paredes, as plantinhas... O pé de caqui abarrotado de frutas verdes, o pé de limão que morreu. Cada canto da casa, cada cômodo vazio nos enche de lembranças de um tempo maravilhoso. Tempo esse que não voltará. Jamais. Saudade, muita saudade!



A morte não é nada. 
Eu somente passei 
para o outro lado do Caminho.

Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês, 
eu continuarei sendo.

Me deem o nome 
que vocês sempre me deram, 
falem comigo 
como vocês sempre fizeram.

Vocês continuam vivendo 
no mundo das criaturas, 
eu estou vivendo 
no mundo do Criador.

Não utilizem um tom solene 
ou triste, continuem a rir 
daquilo que nos fazia rir juntos.

Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.

Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi, 
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.

A vida significa tudo 
o que ela sempre significou, 
o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora 
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora 
de suas vistas?

Eu não estou longe, 
apenas estou 
do outro lado do Caminho...

Você que aí ficou, siga em frente,
a vida continua, linda e bela
como sempre foi.

Santo Agostinho

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Sua Vã Filosofia



Jamais duvide das voltas que mundo dá. Como costuma dizer alguém que amo -  "Não acredito em nada, só não duvido da fé". Cremos naquilo que queremos, vemos aquilo que desejamos e agimos, na maioria das vezes, jogando dados - pura sorte ou... azar! Essa vida é mesmo muito engraçada. Nem precisamos nos preocupar em provar nada pra ninguém, em tentar achar explicações. Com o tempo, a verdade aparece e tudo se ajeita. Como diria um velho conhecido meu, adepto da vã filosofia dos répteis

"Às vezes ficamos tão preocupados em matar a cobra venenosa que nos picou que esquecemos de tratar do veneno que está correndo em nossas veias. Cuide de você, trate o veneno [...] Quanto à cobra, deixe que ela siga seu caminho, picar faz parte de sua natureza, um dia, lá na frente, ela terá o que para as cobras está reservado."  

À citação é dada a autoria do pastor Diogo Dantas. E a realidade é que, gente peçonhenta e abjeta, cedo ou tarde, acaba provando do próprio veneno. Alguém sempre sai machucado quando pratica e deseja o mal dos outros. E as cobras sempre têm aquilo que para elas está reservado.

S-E-M-P-R-E!